e desde a sua partida abrupta e repentina,
sua auto partida,
desde o dia que decidiu que chega,
desde então,
quando me deparo com quem fez o mesmo,
que se mata o corpo, que aniquila toda vontade,
que assassina o desejo e
que finda o sopro da vida…
sempre que me noticiam sobre um jovem que parte,
o monstro de muitas caldas que habita em mim
ruge e arranha minhas entranhas e eu sinto sangrar um pouco.
é como se ele se contorcesse de dor, de lamento.
sinto que meus olhos se esbugalham e eu perco a noção de sociabilidade,
não sei se o nome disse é trauma.
mas de algo tenho aprendido é que eu sei que não é sobre mim, e ainda assim, lamento todos os dias.
sinto muito, sinto tanto.