quarta-feira, 4 de junho de 2014

I

Vasto é meu sangue
que tanto corre por meu corpo,
água, fogo e fumaça,
avançando meu âmago em silêncio.
A grosseria me silencia,
permanentemente.
Nesse estribílho,
não ouço nada além do que estupidez,
não trago nada além do que fumaça. 
Fumaça.


‘Primeiro eu fui enterrada viva. Depois, o céu desabou.’

depois de amanhã é abril

e se eu não conseguir dar conta de tudo? do meu gato adoentado, do cardápio a nascer, da abóbora alaranjada no mundo das ideias, da material...