em minha sobriedade
encarando o teto escuro
deitada na cama ouvindo john
não há escapatória
não sei sobre esperança
mas escapatória
não há.
os mesmos devaneios
sob as mesmas quatro paredes
não há como escapar delas.
e se eu não conseguir dar conta de tudo? do meu gato adoentado, do cardápio a nascer, da abóbora alaranjada no mundo das ideias, da material...
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