tenho devorado tudo aquilo que me inspira vida
tenho me afastado, a cada momento de intensidade,
daquilo que me remete a morte
tenho ingerido, consumido adrenalina, corpos e poesia
música que me eleva, por vezes repetidas
assim eu sinto, que consigo sobreviver, de fato.
depois de sugada, a correria de permanecer viva
não me deixa cansada, não me deixa desfalecer.
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