terça-feira, 20 de novembro de 2012

Minha cisma...
Amanhece às vezes cega
Não enxerga, só diz... a mesma toada.
Ignora minha sensibilidade...
Aproveita minha deixa, me deixa, cismada.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

domingo, 18 de novembro de 2012

sábado, 17 de novembro de 2012

IX

Me chame, nem que seja para um copo de vinho barato.
Me chame, nem que seja para nos despirmos.
Me chame! Mas me chame agora e por favor, me tire de onde estou.
Derrame em mim o vinho, derrame tu, em mim. Se derrame, mas me chame.

Sangue no mar de Gaza

És assim, porque não é o teu filho, morto, em teus braços...

VIII

O ciúme existe para que'u saiba o meu lugar no mundo... Minha sensação de insignificância...

sábado, 10 de novembro de 2012

VII

- Aflição, por que estás em mim?
- Criei morada em ti, ué.
- Com que permissão?
- A tua.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

VI

Amar o mar que nunca vi...
Oras, mar, o que tu guarda para daqui não poder ver-te?

V

Esvaziei-me e tudo quanto me tinha... foi-se embora.

IV

Chuva, chova! E leve consigo toda essa saudade.

III


Comoção... Nem todos podem, nem todos querem. 

Retiro-me...

Para qualquer lugar que não tenha a minha presença.

Noite 09 de novembro. I

Sinto-me desfalecer, mas aos poucos... Penso em cuidar-me e quando dou por mim, já me perdi.
Meu céu queimado, mesmo que o da boca... Minha voz inflamada por mais que seja só a garganta, que de tanto se dar nó, ficou triste.

II

Estavas em gavetas... foi encaixotado... e é tudo mutação.

I

Se rodeias assim... Sei tão bem pelo que passa.

‘Primeiro eu fui enterrada viva. Depois, o céu desabou.’

cozinhando palavras, criando receitas

  eu tenho mais medo de escrever do que cozinhar para o presidente.  ora, logo a escrita que faz parte de mim desde que aprendi a juntar as ...