sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Noite 09 de novembro. I

Sinto-me desfalecer, mas aos poucos... Penso em cuidar-me e quando dou por mim, já me perdi.
Meu céu queimado, mesmo que o da boca... Minha voz inflamada por mais que seja só a garganta, que de tanto se dar nó, ficou triste.

‘Primeiro eu fui enterrada viva. Depois, o céu desabou.’

depois de amanhã é abril

e se eu não conseguir dar conta de tudo? do meu gato adoentado, do cardápio a nascer, da abóbora alaranjada no mundo das ideias, da material...