sábado, 17 de novembro de 2012

IX

Me chame, nem que seja para um copo de vinho barato.
Me chame, nem que seja para nos despirmos.
Me chame! Mas me chame agora e por favor, me tire de onde estou.
Derrame em mim o vinho, derrame tu, em mim. Se derrame, mas me chame.

‘Primeiro eu fui enterrada viva. Depois, o céu desabou.’

depois de amanhã é abril

e se eu não conseguir dar conta de tudo? do meu gato adoentado, do cardápio a nascer, da abóbora alaranjada no mundo das ideias, da material...