terça-feira, 20 de novembro de 2012

Minha cisma...
Amanhece às vezes cega
Não enxerga, só diz... a mesma toada.
Ignora minha sensibilidade...
Aproveita minha deixa, me deixa, cismada.

‘Primeiro eu fui enterrada viva. Depois, o céu desabou.’

depois de amanhã é abril

e se eu não conseguir dar conta de tudo? do meu gato adoentado, do cardápio a nascer, da abóbora alaranjada no mundo das ideias, da material...